Quem somos

Quem executa é quem sabe projetar.

A GenIA é uma empresa de inteligência artificial aplicada. O Blueprint existe porque projetamos o que construímos.

Hoje, duas espécies de empresa entregam a fase de projeto no mercado de tecnologia, e nenhuma das duas é corrigida pela realidade. A consultoria que só escreve documento nunca constrói o que desenhou, e por isso nunca descobre onde a estimativa estava errada. A software house que entrega o projeto de graça precisa que o documento leve à contratação, e não que ele esteja certo, porque ali o projeto é isca.

Nós estamos nos dois lados. Escrevemos o projeto e executamos a obra. Isso muda a natureza do documento: cada estimativa que assinamos volta depois como fato medido, na forma de um sistema que entrou em produção dentro ou fora do prazo que nós mesmos previmos. É um tipo de correção que só existe para quem constrói, e é ela que faz o número de um Blueprint ser diferente de um número de apresentação.

Por isso o método é rigoroso justamente onde é mais fácil ser vago. Volume é extraído do sistema, não perguntado. Tempo é cronometrado na operação real, com quem executa o processo, e não estimado por quem gerencia. Integração só é marcada como confirmada quando alguém mostrou a documentação ou uma chamada de teste funcionou, e quando não é possível confirmar, isso fica declarado no documento em vez de virar surpresa no meio da execução. Todo número tem a fonte nomeada na própria linha, e nada entra no dossiê antes de o cliente confirmar por escrito.

E o documento é do cliente, sem reserva. Ele pode levar ao mercado e cotar a execução com quem quiser, inclusive contra nós. Isso não é generosidade. É a única prova possível de que o projeto se sustenta sozinho, e é uma oferta que quem usa projeto como isca não consegue fazer.

Código é commodity. O que sustenta um investimento em tecnologia é a leitura do negócio que vem antes dele, e é isso que o Blueprint documenta. A liderança recebe um número que consegue defender na frente do board. A engenharia recebe escopo com critério de aceite. E a empresa passa a decidir com projeto na mão, em vez de decidir primeiro e descobrir depois.

01

Do lado de quem constrói.

Projetamos porque construímos. Toda estimativa que assinamos é cobrada depois pela obra, e é isso que impede o documento de virar peça de apresentação.

02

Número medido, não estimado.

Volume extraído do sistema, tempo cronometrado na operação real, custo por hora vindo do custo total da posição. Fonte nomeada em cada linha e confirmação do cliente por escrito antes de qualquer número entrar no dossiê.

03

Duas cabeças atendidas.

Sumário executivo para quem decide, com o número, os riscos e a decisão pedida em uma frase. Arquitetura, backlog e critério de aceite para quem vai construir. O mesmo projeto, nas duas linguagens que a casa do cliente fala.

A lógica é artificial. A genialidade é humana.